
terça-feira, 2 de março de 2010
Paralipômenos de uma obra sentimental

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Um grande garoto

Por mais improvável que isso possa parecer para alguns, a revista Veja dessa semana nos trouxe algo de útil e realmente interessante. Não me lembro da última vez que isso aconteceu. Nas páginas amarelas da edição de domingo passado, o entrevistado foi o escritor Nick Hornby, uma das principais figuras contemporâneas da ficção inglesa e que, inclusive, já foi citado aqui vez ou outra, por conta – principalmente – de seu incrível best seller Alta Fidelidade.

O guitarrista reuniu nomes (só pra citar alguns) como Albert Lee, Allman Brothers Band, BB King, Buddy Guy, Gary Clark Jr., Hubert Sumlin, Jeff Beck, Jimmie Vaughan, João Gilberto, Joe Bonamassa, Jonny Lang, Robert Cray, Steve Winwood e ZZ Top para um dia inteiro de celebração musical em benefício ao Crossroads Centre da ilha de Antigua; criado em 1997 por Eric Clapton para oferecer qualidade e preços acessíveis para tratamento de álcool e outras drogas. Para conferir a programação completa, ter acesso a outras informações e mais detalhes desse incrível festival clique aqui.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Nota rápida

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Justiça seja feita

Até então, tinha escutado o disco apenas uma vez. Lembro que o baixei pela internet quando de seu lançamento em New York, em setembro, e o deixei encostado no meu HD durante um bom tempo. Quando o mesmo começou a fazer barulho por aqui, em dezembro último, me lembrei de ouvi-lo. Feito isso, não gostei. Talvez porque tenha soado um pouco estranho; talvez porque tenha parecido não-Otto.
Acontece que o Otto mudou, o próprio título nos dá uma noção: uma transcrição da primeira frase de ‘A Metamorfose’, romance de Franz Kafka, em que a personagem acorda transformado em barata: “Certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranqüilos”. Tudo que me fazia acha-lo estagnado, repetitivo e sem tempero foi deixado de lado, quase que abandonado. E boas inovações ganharam espaço. Eis aqui, os motivos de ‘Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos’ ser algo merecedor de destaque.
O título e a lembrança à obra de Kafka parecem dizer respeito a uma serie de mudanças na vida e na carreira do artista. Divorciou-se de Alessandra Negrini e perdeu a mãe e a afilhada. Além disso, ficou sem gravadora. Mesmo assim, com esforço e recursos próprios - e a ajuda de parceiros - lançou seu melhor álbum. Na fabricação da obra, largou mão daquela obsessão pela exploração do beat, presente em seus trabalhos anteriores (um tremendo avanço em minha opinião, tendo em vista que esse movimento já deu o que tinha pra dar) - apesar de a tendência percussiva manter-se presente - e deu lugar a arranjos eletrônicos, guitarras ríspidas, metais, mais cordas e vocais diferentes: ora acidentado, ora melodioso, ora seco. Aliado a tudo isso, estão as participações de convidados no disco. As cantoras Céu e a mexicana Julieta Venegas, os músicos Catatau (guitarrista do Cidadão Instigado), Pupillo e Dengue (baterista e baixista da Nação Zumbi) e Lirinha (Cordel do Fogo Encantado) deram suas contribuições em forma de toques especiais. A produção ficou por conta do próprio Otto em parceria com Pupillo. O artista Tunga assinou a capa, muito bem feita por sinal.
Portanto, venho aqui através desta humilde declaração, dizer que ‘Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos’, lançado ano passado de forma independente pelo artista Otto, merece alçar vôo até o posto 7 daquela lista feita no início de janeiro. Ganha de goleada do que listei nessa mesma posição anteriormente: o Ep ‘Fall Be kind’, dos chatos do Animal Collective, que, por sinal, só estava lá por conta de algumas observações. Apesar de pertinentes, Otto fez delas meras passagens textuais.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
I should be a selfish thought

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Estréia no Blog Keep Rocking

Além das boas vindas introdutórias que escrevi no texto, o editor também cortou o link para o disco que disponibilizei. Portanto, baixe-o aqui.
